Associação de Software Livre celebra Dia Documentos Livres

Associação de Software Livre celebra Dia Documentos Livres


A Associação Nacional de Software Livre vai assinalar, a 26 de Março, o Dia dos Documentos Livres, uma data criada para celebrar, a nível global, «a libertação documental» e para promover o uso de programas informáticos de código aberto.
O convívio, promovido pela Associação Nacional de Software Livre, nos jardins da zona Norte do Parque Expo, em Lisboa, insere-se num conjunto de acções que terão lugar em vários pontos do mundo para comemorar o Dia dos Documentos Livres (Document Freedom Day), que foi iniciado e é apoiado por organizações e companhias como a Fundação do Software Livre - Europa, a Aliança do Formato do Documento Aberto, o Fórum Aberto - Europa, a IBM, a Red Hat e a Syn Microsystems.

A data «servirá de ponto global de reunião para a Libertação Documental e Standards Abertos» e funcionará como mais uma oportunidade para «levantar a bandeira» desta causa, afirma a Associação em comunicado.

De acordo com a Associação Nacional de Software Livre, além do convívio entre entusiastas dos formatos abertos, o encontro vai permitir esclarecer a curiosidade das pessoas que desejem saber mais, «quer por conversa quer pela distribuição de panfletos».

A propósito do dia, a Associação cita Marino Marcich, director-geral da Aliança do Formato do Documento Aberto, para quem «a libertação documental significa que será possível criar, trocar e preservar documentos electrónicos sem necessitar de comprar software de um fornecedor em particular».

Em Portugal, a 04 de Outubro de 2007 foi aprovada na Assembleia da República uma resolução que reconhece a liberdade de escolha dos cidadãos no acesso à sua documentação e em que este órgão de soberania se compromete a usar normas abertas para os documentos que publica.

Mas «o mesmo não se aplica aos cidadãos que queiram intervir no processo político, uma vez que as alterações aprovadas (propostas pelo PS, PSD e CDS-PP) implicam que os formatos do Office da Microsoft serão os únicos suportados por todos os deputados», critica a Associação Nacional de Software Livre.

Fonte: Diário Digital


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