Este assunto é de tal forma desprestigiante para o futebol português, que o melhor era estar já encerrado para não nos envergonhar ainda mais.
A Federação Portuguesa de Futebol e em especial o seu presidente perderam uma grande oportunidade para brilharem. Despediam o treinador, antecipando-se ao veredito da UEFA e faziam um brilharete.
E brilhariam porque despediam um treinador que, sem prejuízo do que já conseguiu, manchou o nome do país que representa pelo mundo inteiro. Porque livravam-se de um treinador que está à beira de não conseguir a qualificação para o Euro 2008, porque se livrariam de um encargo financeiro que pelo que consta deve de ser enormissimo e principalmente porque dariam uma imagem de rigor e intransigência perante a violência sempre condenável.
Ao que parece o Sr. Madaíl assim não pensa. Agredir um jogador adversário (mesmo que se admita que foi apenas uma tentativa) parece ser uma coisa normal ao ponto de em vez de a condenar, ainda a protege…
Daqui se conclui que para além de um treinador novo, precisamos também de um presidente e de uma direcção nova.
Seria um pacote perfeito.
Categoria: Discordâncias.
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1 Comentário
Após ter retirado o cartão vermelho da mão de um árbitro, o jogador “Zéquinha” (selecção de juniores) foi punido pela FPF com um ano de suspensão, após a FIFA lhe ter atribuído apenas 3 jogos.
No caso do Zéquinha, a FPF não se apressou a proteger o atleta, como protegeu Scolari. Antes pelo contrário, agravou o castigo da FIFA.
Dois pesos e duas medidas.
Talvez se a entidade patronal do Zequinha fosse outra, o pobre rapaz tivesse melhor sorte…
Outubro 5th, 2007 at 0:34
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